Oi, sou Mar, e você está lendo as minhas opiniões sobre a vida o universo e tudo mais :)
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Olhai os lírios do campo

Este livro foi deixado pelo meu chefe ( e amigo ) na minha mesa de trabalho. Olhei a capa e não me inspirou muita vontade de ler, mas, como livro não se julga pela capa, decidi que iria lê-lo.
É um livro com uma escrita suave, se consegue ler horas ele sem se cansar - perfeito para longas viagens de ônibus - e perder o foco dele, o autor conseguiu fazer uma escrita que faz o leitor não se dispersar do texto. 

Ele trás um tema bem corriqueiro, não tem nada de grandioso, gostei deste ponto, aborda bastante as duvidas que as pessoas tem sobre a sua própria existência, a existência de um ser superior, e tudo mais sobre a vida e o universo.

Em alguns momentos sinto que o autor peca por escrever páginas e páginas de algo que não está agregando nada ao texto, e se arrancar fora as páginas e e ler, não irá alterar em cada o texto, e nesta mesma parte se está visível a total expressão de opinião do autor sobre um determinado assunto que naquele momento está sendo abordado.

É um bom livro para passar o tempo, e um perfeito livro para se fazer pensar na vida. Eu nunca li um livro de auto ajuda, mas imagino que não deve fugir muito da escrita deste livro, mas mesmo quem não gosta de auto ajuda - assim como eu - não deve deixar este fato influenciar na decisão de lê-lo.

Em resumo é um livro com uma história triste - alguns trechos muito triste -, que acaba - mesmo a escrita sendo da década de 30 - trazendo muitos temas atuais e defeitos do ser humano que pode passar séculos nunca irá mudar. Tem alguns trechos completamente desnecessários no livro, e o final poderia ser melhor, não digo diferente, mas melhor elaborado. Mas no conjunto inteiro da obra, é um bom livro, faz o leitor pensar.

O conteúdo a seguir conterá detalhes da história do livro!

O livro fala muito em Deus, mas não faz nenhuma lavagem cerebral sobre isso, não é algo que se deve levar em consideração ao ler o livro, não é por que você não acredita que deva deixar de ler, pois o livro trata bem este assunto de se crer ou não, de se existe ou não.

E, para quem mora em (ou conhece) Porto Alegre, irá perceber muitos locais conhecidos, sendo que a história se passa na cidade, mais especificamente na região central.

Detalhes da Obra

Titulo: Olhai os lírios do campo 
Escritor: Érico Veríssimo 
Ano: 1938

Detalhes do livro

Editora: Globo
Ano: 1994Paginas: 290

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

O RETRATO DE DORIAN GRAY

Este livro é um daqueles clássicos que dificilmente ouvimos falar, pois não é um livro da moda, bem, na sua maioria os clássicos mesmo, que passam décadas e alguns mais de século, não são populares como os livros mais atuais, mas, passa ano eles estão ai vira e mexe recebendo novas edições. Pois bem, a história de clássico pouco lidos deixo para outro post. O retrato de Dorian Gray é um dos que citei que já tem já passou do seu centenário, sendo o livro com sua primeira aparição em 1890.

O livro, em si, ele é meio complicado de ler, em sua maioria ele é falado, mas, não são diálogos onde duas pessoas estão sempre debatendo um assunto, e sim, falatórios de apenas uma pessoa que chega a passar de uma página muitas vezes. Mesmo assim bastante descritivo quando a detalhes dos locais onde se encontram os personagens.

Ao ler o livro, deve se cuidar para não absorver para si o modo de pensar e agir das pessoas em relação a sociedade como ele nos mostra. O Trama se passa no século XIX, sendo ele contemporâneo a época de lançamento do livro. Nessa época se cultuava muito a beleza acima de tudo, sendo as pessoas mais afortunadas sem nenhum interesse em ajudar o próximo ou coisa assim. Então se você é facilmente influenciável, vai com calma ao ler o livro, pois ele nesse ponto é negativo.

Dorian Gray é um jovem considerado pela sociedade da época, uma pessoa muito bela e encantadora, daquelas que sua presença já nos deixa mais alegre, uma pessoa que ao ver nos torna impossível pensar que possa praticar qualquer ato de maldade ou crueldade. Tendo um pintor que o cultua a ponto fazer um grande retrato seu. Retrato estes que se mostrou especial, pois a imagem dele no quadro envelhecia no lugar dele, tendo as marcas de seus pecados e amarguras sofridas, sendo muitas dessas provocadas por pura vontade e curiosidade, sendo muitas vezes prejudiciais a seus amigos. Em resumo, resumo é isso mesmo :D .

O livro nos traz o modo de falar e tratar as pessoa da Europa do século XIX, ou seja, muitos diálogos se hoje fossem aplicados, seriam intendido que os personagens são homossexuais, lembrando que não é o caso, e sim que na época as pessoas se tratam assim e não possuíam tanto medo de demonstrar afeto um pelo outro.

E, enquanto procurava uma imagem do livro descobri que tem um filme sobre a história do livro, como so fiquei sabendo agora, não tenho maiores informações sobre o filme, mas pretendo ve-lo.

Bueno não vou me prolongar muito mais, e recomendo a leitura, é uma boa leitura para quem realmente gosta de ler.


Detalhes da Obra

Titulo: O Retrato de Dorian Gray (The picture of Dorian Gray)
Escritor: Oscar Wilde
Ano: 1890

Detalhes do livro

Editora: Landmark LTDA.
Tradução: Marcela Furtado
Ano: 2009
Paginas: 240


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Guilherme Mar

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ao viajar pela galáxia, não esqueça seu guia

Recentemente conclui a leitura da série do Guia do Mochileiro da Galáxia, em resumo, a melhor hitória que eu já li, e dificilmente encontrarei alguma melhor ou tão boa quanto a mesma.

Apesar de a história se pura ficção cientifica, o que mais me atraiu é o fato de que muitas coisas simplesmente acontecem, sem grandes explicações, assim como é a vida, como no ultimo livro onde a namorada dele some do nada, quantas vezes nunca mais viu coisas do nada? Apenas deu falta e não sabe como sumiu. Eu acho uma das coisas mais legais, pois tem muito disso, mas o escritor não te deixa com aquela sensação de que ficou faltando algo. Outra coisa bem interessante é a história que mesmo completamente diferente acaba de algum modo se encontrando e tendo sentido, por mais confuso que pareça, e como falado, tem logica.

A Criatividade de Douglas Adams não tem limite, assim como a teoria da improbabilidade quando a nave bistromatica (que se move graças aos movimentos raído de um garçom ao fazer anotações em um bistrô ), quando a criação de planetas e suas culturas, são fantásticas.

Como falei das histórias completamente diferentes em muitos casos, são graças a seus personagens que apesar de no inicio ter seu foco a artur dent, do segundo livro não existe mais protagonista, tendo assim cada personagem o seu espaço adquirido, e tornando a história com rumos diversos, encerrando o livro muitas vezes sendo que mal se encontraram.

A séria consegue em sua sequencia não se tornar chata por ser o tempo todo uma história, em cada livro, se apresenta inúmeros fatos novos, e diversos, sendo cada livro único com seu inicio meio e fim, e ao mesmo tempo, a séria consegue persistir uma história com inicio, meio e fim.


Mas, infelizmente tudo tem um fim, e devo confessar que, apesar de não ser o que eu queria para os personagens, o fim foi algo que eu realente não poderia imaginar, e mesmo que eu imaginasse que iria ocorrer o que ocorreu, nunca iria imaginar como, sendo ele, no seu ultimo capitulo buscando um detalhe do terceiro livro, personagens apresentado no ultimo e retornando a história do primeiro. Ou seja, um final completamento inesperado e sensacional, que com certeza deixa aquela sensação de “puts, acabou :(, queria mais“.

Bueno gurizada, esse é um resumo do que eu tenho a falar sobre o livro, se eu for escrever tudo que queria, teria que escrever um livro novo. Mas confesso que provavelmente isso irá acontecer em um futuro não muito distante, pois me apaixonei por ficção cientifica, e realmente fiz escola com Douglas adams.

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Guilherme Mar.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Os programadores sao pessoas...

O Guia do Mochileiro da galáxia diz que programadores são pessoas muito boas para desenvolver sites e sistema, bem, eles nasceram para programar e isso exige programação. São perfeitos para você pedir aquela ajuda em matemática e física. Alguns são fortemente desenvolvidos a ponto de saberem falar sobre qualquer coisa cientifica que você pergunte. São pessoas bastantes procuradas quando se quer colar em alguma prova.

Sozinhos na sua maioria se parecem com pessoas comuns, mas em grupo é fácil de se notar, pois geralmente estão discutindo alguma coisa que quase ninguém entende em voz alta.

Muito populares no meio acadêmico, não são de ter grande convívio social, sendo em sua maioria tímidos não conseguindo se expressar. Um dos grandes motivos de muitos não conseguirem demonstrar o seu verdadeiro eu, e seu modo de pensar e qualidades.

São conhecidos por consumirem bastante cafeína, sendo exigentes na qualidade. Dizem que alguns realmente só conseguem trabalhar realmente após um bom café.

O guia poderia seguir falando muita coisa, mas decidiu fazer uma extensão com algumas centenas de páginas apenas sobre “O programador”

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Em busca do Expresso Oriente

Um post escrito de um modo diferente!

Diferente de como faço geralmente, onde escrevo de uma forma mais direta, dessa vez vou contar contar uma historinha junto...

O primeiro contato.

Estava eu a alguns anos atrás na parada do ônibus, na Borges, ali onde tem o viaduto com a escadaria, e bem ali tem um sebo, com alguns livros no valor de R$ 5,00, me interessei por um em especial:


Assassinato Expresso Oriente, da escritora Agatha Christie.

Quem é um leitor e gosta, deve conhecer a escritora, principalmente os mais antigos, escritora que ficou conhecida como “A rainha do crime” pelos romances policiais de grande sucesso entre os leitores. Claro, que eu não sabia nada disso sobre a autora.
Pois bem, retornando ao meu causo, o título me chamou a atenção, e naquela época ( como ainda ocorre hoje em dia ) eu estava apenas com o dinheiro da passagem, ou seja, não tinha o bendito 5 pila pra comprar o livro. Em casa, junte os trocados que tinha espalhado pelo guarda roupa e juntei cinco pila, então no outro dia, pelo mesmo horário, me fui direto ao sebo, que para meu espanto, tinha vendido o livro. Bueno, tudo bem, guardei o dinheiro e segui minha vida. Mas o tempo foi passando e o gosto pela leitura foi aumentando, e o gosto pelos clássicos da literatura foi aumentando, me lembrei que devia para mim mesmo ler o livro...

A busca

Sendo assim, quando tinha oportunidade, dava uma olhada nos sebos a procura do livro, sempre sem sucesso, encontrava muitos outros da mesma autora, mas tinha decidido que queria ler aquele, ele ia ser primeiro da rainha do crime que eu iria ler. Foram passando os anos, e nada do livro, mas a busca nunca foi encerrada, sempre que tinha chance procurava o tal livro, e como sempre, achava vários da autora e nada do “Assassinato no Expresso Oriente”. Isso já estava aumentando a minha sede pelo livro, pois, um livro que em um dia é vendido, e não se acha pra vender, deve de ser muito bom a ponto de ninguém querer de desfazer dele.
E eis que chegou a feira do livro deste ano, nos outros por alguns empecilhos não pude comparecer, mas este ano eu fui, mas fui determinado, ia revirar a feira, e de lá não ia voltar pra casa sem o livro. Na feira do livro ( que ela vai render um post em separado ) comecei a minha busca. Com calma e paciência ia direto nos saldos, de nada me chamava a atenção os livros de destaque, com suas capas bonitas e reluzentes, era nos saldões que eu depositava minhas esperanças, e mais ainda nas bancas de sebos. Quando vi a banca do “beco dos livros” muito conhecida aqui em Porto Alegre, pensei comigo mesmo: Aqui deve ter. Sem sucesso, duas bancas do mesmo sebo, e nada.

Agatha Christie era o que não faltava, mas...

Mas tudo bem, ainda tinha um pedaço da feira a ser olhada, e numa banca debaixo de um sol, mas ô sol, vi três cestas de saldos, fui no primeiro, sem sucesso, na segunda, já estava suando já de estar no sol. Na terceira os três primeiros livros, “Agatha Christie”, levantei a cabeça, e vi bem um papel com letras garrafais:

“Agatha Christie, diversos valores”

Pensei comigo mesmo: Sou um tapado mesmo, bem grande uma cesta só dela, eu fui procurar nas outras, debaixo desse sol. Mas prossegui a busca, mas já tava triste, pois tava na terceira e ultima fileira e nada do livro, quando faltando três livros para o final (musica de felicidade por favor ) ele, dentro de um plástico, quente de estar no sol, comecei a rir solito, tava mais feliz de lambari em poça de agua …
Paguei, a quantia de R$ 20,00 e dei por encerrada a feira para mim, e a busca, olhando para o livro já pago, não podia esperar a hora de matar a minha sede com ele...

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Guilherme Mar

quarta-feira, 18 de março de 2009

A caçada em Porto Alegre

A caça:
O livro traçando Porto Alegre de Luiz Fernando Veríssimo e Joaquim da Fonseca.


Sexta-feira me direcionava ao centro de Porto Alegre, em busca dos livros. Sabia onde começar a procurar, na rua riachuelo, conhecido pelos suas livrarias e cebos. E foi nos cebos que comecei minha busca. Primeiro cebo recebo a informação que não sou o único atrás deste livro. Bem como não havia ali, continuei, passei por outros cebos, algumas livrarias (não custava tentar). Cheguei na rua Gen Camara ( conhecida como rua da ladeira ) passei em outros cebos e nada. Na mesma rua na Livraria Nova Roma, um baita estabelecimento cheio de livros uma barbaridade o pessoal olhando pelo sistema nos computadores me falaram que existia um exemplar na Av Borges de Medeiros, naquelas lojas que tem embaixo da escadaria. Lá foi eu rumo ao viaduto da borges. Não foi muito difícil de encontrar. Mas te confesso que já passei muito por ali e nunca tinha reparado neste cebo. Bem, o cebo deve ter uns três metros quadrados, não muito mais do que isso.

Chegando lá, um senhor de uns quarenta anos por ai está conversando com um casal, aguardo a conversa terminar ( te digo que a conversa não foi curta ) já estava ficando encioso, pois se ele não tivesse o livro eu estaria perdendo um tempo precioso de procura. Mas terminando a conversa, antes que desse chance de iniciar outra, perguntei:
- Você tem o livro Traçando Porto Alegre - esta frase já estava decorada de tanto falar – do Veríssimo?
Um momento de silêncio tomou conta do pequeno ambiente, no tando a grande possibilidade de um não me vir como resposta, sem nem ao menos o vendedor dar uma olhada nas prateleiras falei:
- O pessoal da livraria Nova Roma olhou no sistema e me falou que aqui tinha um exemplar.
A expressão do senhor mudou como se o que eu disse lhe tivesse clareado as ideia e logo se levantou. Em uma prateleira ele tirou alguns que atrás deles existiam outros escondidos. Remexeu um pouco os livros e me tirou o exemplar. Não me segurei e um sorriso tomou conta da minha face. De quando o senhor me fala:
- Este livro era meu, nem me lembrava que eu tinha ele, Agradeço o pessoal da Nova Roma por ter mandado você aqui.

O livro custava 14 reais, eu olhei a carteira e tinha apenas 10. “Puuuuuts” pensei comigo mesmo, tive que pedi para ele guardar o livro ( junto com mil solicitações de não vender a ninguém ) que eu iria num caixa eletrônico retirar o dinheiro para poder comprar.

Subi a Borges novamente em direção a Salgado Filho. Cheguei no banco, uma baita fila para os caixas eletrônicos, bem fiquei por ali uns 20 minutos, em uma mescla de ansiedade e alegria de encontrado o livro mas não ter dinheiro.

De volta, já com o livro na mão e pago – agora era meu, ele não podia mais desistir de vender – fiquei conversando com o vendedor e mais um cliente que ali se encontravam na loja. Comentei que eu e mais um amigo somos curiosos culturais, principalmente por Porto Alegre, essa cidade que alegremente nos acolhe. E feliz fiquei em saber que o vendedor também é um amante da cidade, tento ele muito material que para mim demonstra muito valor.

Bem ganhei o dia por ter conseguido o livro, e ainda conheci mais alguém que não apenas mora em Porto Alegre, mas com muito orgulho Vive em Porto Alegre.

Estou no onibus, coloco a mão no bolso encontro 20 reais que tinha recebido antes de sair do trabalho...

NOVA LIVRARIA
Viaduto da Borges, loja 24 – Centro
99260643 - Moisés

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Elementar meu caro Watson

Não sou conhecido por ser um leitor assíduo, mas do pessoal que ando, acho que sou um dos que mais lê. Li muitos livros, uns muito bons, uns umas porcarias, mas de um tempo pra cá me veio uma baita vontade de ler clássicos da literatura mundial, já li o médico e o monstro, muito bom, totalmente diferente do que eu esperava. Mas no momento estou lendo Sherlock Holmes, escrito por Sir Arthur Conan Doyle, Bah, livro muito bom, o livro não é grosso mas mesmo assim ele consegue trazer uma riqueza de detalhes na historia, mas não é um livro chato de ler, que fica três paginas apenas descrevendo o ambiente ao redor, pois existem livros assim, com páginas e páginas que poderiam ser tranquilamente arrancadas que não se perderia o rumo da historia, pois essas páginas apenas descrevem ambiente, mas voltando ao Sherlock Holmes. O livro que leio é o primeiro da serie, buscarei ler na ordem que foram lançada, recomendo a leitura, muito bom, consegue prender a pessoa a ponto de a curiosidade começa a gerar na nossa cabeça toda a historia e a vontade de saber o que vai acontecer, e certamente não é o que se imagina. Não pretendo me estender muito pois quanto mais eu falo mais o risco de eu contar a história, e não é isso que eu quero, pretendo apenas deixar a vontade de ler. Estou lendo Carlos Vilela, é tradução antiga, o que me agradou, pois não tem risco de utilizar vocabulários atuais, mas mesmo assim não é um texto cheio de palavras complicadas como por exemplo a guerra de canudos, que foi escrito aqui e se entende menos que música em inglês, ele traz uma escrita que praticamente te coloca em Londres na época onde desenrola a historia.
Assim deixo minha dica! Uma boa noite.
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